{"id":9992,"date":"2022-01-11T06:30:18","date_gmt":"2022-01-11T09:30:18","guid":{"rendered":"https:\/\/www.cvi-rio.org.br\/site\/?p=9992"},"modified":"2022-01-11T07:02:06","modified_gmt":"2022-01-11T10:02:06","slug":"bau-de-memorias-de-sheila-salgado","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.cvi-rio.org.br\/site\/bau-de-memorias-de-sheila-salgado\/","title":{"rendered":"Ba\u00fa de Mem\u00f3rias de Sheila Salgado"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignleft size-medium wp-image-9993\" src=\"https:\/\/www.cvi-rio.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/Ba\u00fa-de-Mem\u00f3rias-de-Sheila-Salgado-300x300.png\" alt=\"Ba\u00fa de Mem\u00f3rias de Sheila Salgado\" width=\"300\" height=\"300\" srcset=\"https:\/\/www.cvi-rio.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/Ba\u00fa-de-Mem\u00f3rias-de-Sheila-Salgado-300x300.png 300w, https:\/\/www.cvi-rio.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/Ba\u00fa-de-Mem\u00f3rias-de-Sheila-Salgado-150x150.png 150w, https:\/\/www.cvi-rio.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/Ba\u00fa-de-Mem\u00f3rias-de-Sheila-Salgado-768x768.png 768w, https:\/\/www.cvi-rio.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/Ba\u00fa-de-Mem\u00f3rias-de-Sheila-Salgado-1024x1024.png 1024w, https:\/\/www.cvi-rio.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/Ba\u00fa-de-Mem\u00f3rias-de-Sheila-Salgado-600x600.png 600w, https:\/\/www.cvi-rio.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/Ba\u00fa-de-Mem\u00f3rias-de-Sheila-Salgado.png 1080w\" sizes=\"auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/p>\n<p>Desde ontem, quando Renata, sempre super ligada, enviou para a equipe do CVI-Rio uma sequ\u00eancia de fotos da cerim\u00f4nia de abertura dos Jogos Ol\u00edmpicos de T\u00f3quio, minha mente acelerou&#8230;<\/p>\n<p>Estou fora da cidade sem tev\u00ea h\u00e1 mais de um ano e nem sabia que esta festa Ol\u00edmpica finalmente aconteceria. Muitas lembran\u00e7as maravilhosas est\u00e3o inquietando meus pensamentos, meus sentimentos. <strong>Fiquei por muito tempo imaginando a cr\u00f4nica maravilhosa que nosso querido Z\u00e9 Carlos escreveria diante da super sacada dos japoneses quando convidaram um paratleta para participar da cerim\u00f4nia de abertura e acenderia a Tocha Ol\u00edmpica.<\/strong> Este foi um sonho de muitos amigos: de estar juntos, pois sab\u00edamos da impossibilidade dos dois eventos acontecerem ao mesmo tempo. Sim, a Paralimp\u00edada tem muitas provas de cada modalidade devido a classifica\u00e7\u00e3o. Como minha mente n\u00e3o conseguiu mais se aquietar, resolvi escrever passagens hist\u00f3ricas das quais vivenciei.<\/p>\n<p>Os Jogos Paral\u00edmpicos nasceram de um sonho de Sir Luwing Guttman. Ele era um neurocirurgi\u00e3o alem\u00e3o que durante a Segunda Guerra teve que se refugiar na Inglaterra, pois era judeu. L\u00e1 fora convidado para assumir um \u201casilo\u201d de pessoas que tiveram les\u00e3o medular. Diferente da Primeira Guerra, esta, devido aos ataques a\u00e9reos, n\u00e3o feriram apenas soldados que estavam no front.<\/p>\n<p>O cen\u00e1rio era de total desesperan\u00e7a: jovens, homens, mulheres eram cuidados esperando o dia em que a morte trouxesse o fim de tanto sofrimento. E o Dr Guttman, inconformado com esse triste cen\u00e1rio, se debru\u00e7ou integralmente tentando dar alguma qualidade de vida para aquelas pessoas. Foi assim que ele descobriu muitos cuidados espec\u00edficos para manejar com a les\u00e3o medular, fundando o primeiro Centro de Les\u00e3o Medular do mundo: o Stoke Mandeville.<\/p>\n<p>Ainda no final de 1945, introduziu algumas atividades recreativas, visando preencher os longos dias, o resultado foi surpreendente! Ele tamb\u00e9m inseriu outras atividades pensando em melhorar a condi\u00e7\u00e3o f\u00edsica. Pouco a pouco, o clima foi se tornando mais alegre. Aquelas pessoas come\u00e7aram a se divertir novamente e o resultado foi t\u00e3o maravilhoso que Dr Guttman teve um sonho. Sonhou que grupos de parapl\u00e9gicos, amputados de v\u00e1rios hospitais na Europa estavam competindo. O sonho foi t\u00e3o real e t\u00e3o inspirador que ele come\u00e7ou a estimular seu grupo. Cada dia novas atividades eram oferecidas.<\/p>\n<p>Tudo iniciou com arco e flecha, bola ao cesto &#8211; n\u00e3o era ainda o basquete -, e tinha uma terceira modalidade que n\u00e3o lembro no momento. O fato \u00e9 que ainda em 1946, aconteceu o primeiro encontro entre dois hospitais para uma pequena competi\u00e7\u00e3o, e assim o sonho se tornou realidade. Em 1960, logo ap\u00f3s os Jogos Ol\u00edmpicos de Roma, foi a primeira demonstra\u00e7\u00e3o com a participa\u00e7\u00e3o de 400 atletas de 23 delega\u00e7\u00f5es de pessoas com defici\u00eancia f\u00edsica. Aos poucos, o que era um grande encontro em torno de alguns esportes se tornou esporte de alto n\u00edvel.<\/p>\n<p>Desde ent\u00e3o, os Jogos Paral\u00edmpicos aconteceram logo ap\u00f3s aos Jogos Ol\u00edmpicos. A realidade era bastante diferente, nem sempre os Jogos Paral\u00edmpicos aconteciam no pa\u00eds que sediava os Jogos Ol\u00edmpicos. <strong>A primeira participa\u00e7\u00e3o do Brasil, ainda bem discreta em 1972, foi nos Jogos de Heidelberg na Alemanha.<\/strong> Em 1976 nos Jogos de Toronto, meu grande amigo Jos\u00e9 Gosmes Blanco esteve no livro desta Paralimp\u00edada arremessando disco.<\/p>\n<p><strong>Os sete condenados<\/strong><\/p>\n<p>Participei pela primeira vez dos Jogos Internacionais de Stoke Mandeville em 1981. N\u00e3o tive a honra de conhecer Sir Luwing Guttman que faleceu em mar\u00e7o de 1980 antes dos Jogos Paral\u00edmpicos, sediado pela Holanda, pois a R\u00fassia n\u00e3o o realizou. <strong>O Brasil compareceu com um time de basquete que n\u00e3o tinha banco, mas l\u00e1 estavam Celso Lima, Z\u00e9 Carlos de Morais, Robert\u00e3o, Luiz Carlos, dentre outros. <\/strong>E eles se autodenominavam de os sete condenados.<\/p>\n<p>Com a\u00a0aus\u00eancia do Sir Guttman, muitas modalidades para os tetrapl\u00e9gicos foram conquistadas. Como m\u00e9dico e fundador dessa maravilha, ele n\u00e3o permitia, pois achava que era grande risco determinadas modalidades, aqui foi um grande marco conquistado pelas pessoas com defici\u00eancia desafiando mitos sobre suas capacidades. Ainda nessa Paralimp\u00edada, surgiram as primeiras cadeiras de rodas espec\u00edficas para alguns esportes (eram monobloco e customizada para o corpo da pessoa), e elas mudaram a vida fora das competi\u00e7\u00f5es tamb\u00e9m. As pessoas tetrapl\u00e9gicas ganharam uma independ\u00eancia e agilidade na locomo\u00e7\u00e3o que nem sonhavam.<\/p>\n<p>Em 1984, em minha primeira Paralimp\u00edada, por quest\u00f5es que nunca soubemos a verdade, os EUA n\u00e3o realizaram os Jogos Paral\u00edmpicos por uma decis\u00e3o de \u00faltima hora, ent\u00e3o, os grupos foram separados por defici\u00eancia: os cegos competiram nos EUA e as pessoas com defici\u00eancia f\u00edsica competiram em Stoke Mandeville, pois l\u00e1 tinha toda instala\u00e7\u00e3o com acessibilidade e disponibilidade. Foi nessa edi\u00e7\u00e3o que a proposta com a mudan\u00e7a de classifica\u00e7\u00e3o m\u00e9dica para funcional foi feita. Momento muito tenso. Claro que a mudan\u00e7a seria para a pr\u00f3xima edi\u00e7\u00e3o em que tivemos a honra de ter o Z\u00e9 Carlos de Morais como chefe de delega\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Em 1988, finalmente, a classifica\u00e7\u00e3o funcional do basquete aconteceu paralelamente para se provar como ela tornaria mais justa a competi\u00e7\u00e3o. Foi um trabalho \u00e1rduo, eu estava compondo o grupo numa tarefa intensa o dia todo coordenada por Bernard Courbariaux. Esta edi\u00e7\u00e3o foi a primeira com os est\u00e1dios cheios o dia todo. Felizmente, n\u00e3o entend\u00edamos o que eles cantavam, pois eram grupos de religiosos e torciam para os dois lados, mas tivemos o sonho realizado: audi\u00eancia repleta! <strong>O Brasil estava com uma grande delega\u00e7\u00e3o.<\/strong> Na cerimonia de abertura, eu estava com a equipe de cegos do nosso pa\u00eds e fiquei maravilhada,\u00a0tentando ver a cerim\u00f4nia atrav\u00e9s dos meus olhos, mas capturada pela audiodescri\u00e7\u00e3o dos t\u00e9cnicos dos cegos. Que maravilha! Assisti dois espet\u00e1culos. Fiquei encantada!<\/p>\n<p><strong>Cenas marcantes<\/strong><\/p>\n<p>Durante os jogos, cenas incr\u00edveis pude presenciar. Conviver com a diferen\u00e7a \u00e9 muitas vezes super desafiante. No refeit\u00f3rio, enorme, uma fartura, assisti uma fila de atletas cegos deixar um &#8220;tetra&#8221; que vinha todo independente equilibrando sua bandeja no colo. Desesperado, ele tentava fugir da fila indiana de cegos que vinham cantando felizes. Pois \u00e9, n\u00e3o deu, foi bandeja pra l\u00e1, cego pro ch\u00e3o e o atleta tetrapl\u00e9gico enfurecido com o acidente. Realmente, o que facilita um cadeirante pode at\u00e9 matar um cego e vice-versa. A cal\u00e7ada perfeita para algu\u00e9m com limita\u00e7\u00e3o na mobilidade, por exemplo, pode deixar um cego sem refer\u00eancia que a cal\u00e7ada acabou.<\/p>\n<p>Na cerim\u00f4nia de encerramento todos os pa\u00edses entraram livres ao som da m\u00fasica da Xuxa chamada Ilari\u00ea e cantada pelo Claudionor, nosso atleta de ciclismo da \u00e9poca.\u00a0<strong>O Brasil trouxe 28 medalhas, quando era noticiado, era apenas uma nota de rodap\u00e9 de algum jornal de grande circula\u00e7\u00e3o.<\/strong><\/p>\n<p><strong>At\u00e9 que enfim, acessibilidade!<\/strong><\/p>\n<p>Era 1992 em Barcelona que pela primeira vez os \u00f4nibus eram acess\u00edveis, sem a loucura de rampa ou elevador para embarcar. Que maravilha, parecia um sonho! Barcelona arrasou! Esteira a cada 50m na praia levando at\u00e9 a \u00e1gua, na rua acesso maravilhoso deixando Barcelona ainda mais charmosa. Dessa vez, fui como classificadora internacional, o que me impedia circular nos aposentos da minha equipe. Meu basquete n\u00e3o se classificou, mas eu tinha muitos amigos de todas as modalidades. Foi a primeira vez que tivemos a audi\u00eancia cheia por pessoas loucas pelo esporte. As entradas foram vendidas pela primeira vez e do lado de fora do est\u00e1dio ficavam muitos jovens gritando, torcendo, querendo entrar e n\u00e3o cabia. Foi na semifinal que a\u00a0Espanha foi derrotada pela Inglaterra, se n\u00e3o me engano na prorroga\u00e7\u00e3o de um jogo dur\u00edssimo. Um espet\u00e1culo!<\/p>\n<p>O juiz marcou justamente uma falta do jogador mais famoso da equipe espanhola e foi assim que foram derrotados. Que loucura! Uma gritaria que horas depois ainda t\u00ednhamos zumbido nos ouvidos. Levamos mais de uma hora, n\u00f3s os classificadores, para sair do est\u00e1dio. O juiz que marcou a falta levou uma &#8220;bolsada&#8221; no rosto da seguran\u00e7a do est\u00e1dio. Era outro sonho: aquela torcida apaixonada, aquela multid\u00e3o para assistir todos os jogos, todos os dias. Sa\u00edmos de Barcelona com o cora\u00e7\u00e3o cheio de esperan\u00e7a de um mundo lindo para todos.<\/p>\n<p>Em 1996 Atlanta precisava superar Barcelona. A expectativa do mundo era grande, seria muito dif\u00edcil, eles n\u00e3o conseguiram. O basquete em cadeira de rodas fazia 50 anos, foi feita uma linda festa e teve o lan\u00e7amento do livro maravilhoso da hist\u00f3ria do basquete, esfor\u00e7o de muitos amigos, entre eles: Horst Strokendall, Armand Thibout, Phill Craven, Bernard Courbariaux e outros. Nessa Paralimp\u00edada, eu e meu grande amigo Raniero Bassi, um su\u00ed\u00e7o que foi fundamental para desenvolver o basquete em cadeira de rodas na Am\u00e9rica do Sul, \u00e9ramos visitantes, n\u00e3o pod\u00edamos perder as &#8220;Bodas de Ouro&#8221; do nosso basquete. Foi nesse ano tamb\u00e9m que o t\u00eanis de quadra estreou, e Z\u00e9 Carlos estava l\u00e1 realizando seu sonho. Chegou a hora de me despedir dos amigos internacionais, pois eu havia deixado o esporte.<\/p>\n<p>Foi em Sidney, no ano de 2000, que o Brasil levou na equipe um grande grupo de jornalistas, e para nossa surpresa na tev\u00ea fechada no canal de esporte passavam os jogos o dia todo. Outro sonho concretizado, eu n\u00e3o acreditava que assistiria esse espet\u00e1culo nessa exist\u00eancia, liguei para antigos amigos pelo Brasil, emocionada, chorava de alegria de ver os jogos pela tev\u00ea, e assim, a cada edi\u00e7\u00e3o, novas conquistas, at\u00e9 que vivemos a loucura de sediar os Jogos Ol\u00edmpicos no Rio de Janeiro. Tive muito medo, pois conhecia a estrutura necess\u00e1ria.<\/p>\n<p><strong>Mais um sonho que se tornou realidade<\/strong><\/p>\n<p>O CVI-Rio esteve envolvido com\u00a0v\u00e1rios projetos nos anos que antecederam. Por um esfor\u00e7o e desejo de L\u00edlia Martins que conseguimos nos envolver na prepara\u00e7\u00e3o do pessoal dos hot\u00e9is e pontos tur\u00edsticos para receber a fam\u00edlia ol\u00edmpica e paral\u00edmpica no Rio. Beth Caetano participou, n\u00e3o s\u00f3 desses projetos, como integrou a equipe de dan\u00e7a na abertura. Parecia um sonho! Sir Phill Craven fez um discurso bel\u00edssimo na abertura dos Jogos, calando rapidamente a audi\u00eancia que vaiava quando ele agradeceu ao Governo Federal.<\/p>\n<p>Phill dedicou sua vida ao esporte, ajudando muitos pa\u00edses a desenvolver o esporte adaptado, ele foi grandioso. Tenho certeza de que aqueles que tiveram a oportunidade de assistir essa festa nunca mais foi o mesmo. Que saudade dos meus amigos que n\u00e3o est\u00e3o mais aqui entre n\u00f3s, da vila ol\u00edmpica, daquelas cenas inesquec\u00edveis. Eu, Z\u00e9 Carlos, Beth, L\u00edlia, Gabriela Zubelli e tantos amigos, tivemos a honra de participar do revezamento da Tocha Paral\u00edmpica. Muitos ex-atletas participaram das mesas de coment\u00e1rios esportivos na tev\u00ea e eu s\u00f3 pensava na &#8220;carinha&#8221; do Blanco se estivesse aqui entre n\u00f3s.<\/p>\n<p>E nessa semana, no Jap\u00e3o, outro sonho realizado: um paratleta participando da cerim\u00f4nia da Tocha, momento muito importante. O Presidente da IPC (<em>International Palympics Comite<\/em>) \u00e9 um brasileiro chamado Andrew Parsons. Vamos aguardar as cenas maravilhosas n\u00e3o s\u00f3 dos Jogos Ol\u00edmpicos, mas tamb\u00e9m dos Paral\u00edmpicos. <strong>O esporte sempre transformou nosso olhar, nossa vis\u00e3o, desafiando os limites, tornando o sonho em realidade! O movimento \u00e9 a vida e esta \u00e9 um direito de todos!<\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Desde ontem, quando Renata, sempre super ligada, enviou para a equipe do CVI-Rio uma sequ\u00eancia de fotos da cerim\u00f4nia de abertura dos Jogos Ol\u00edmpicos de T\u00f3quio, minha mente acelerou&#8230; Estou fora da&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":9993,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[121],"tags":[],"class_list":["post-9992","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-fique-por-dentro"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v26.9 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>Ba\u00fa de Mem\u00f3rias de Sheila Salgado - CVI-Rio<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/www.cvi-rio.org.br\/site\/bau-de-memorias-de-sheila-salgado\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"Ba\u00fa de Mem\u00f3rias de Sheila Salgado - 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