{"id":8360,"date":"2021-04-11T08:50:27","date_gmt":"2021-04-11T11:50:27","guid":{"rendered":"http:\/\/www.cvi-rio.org.br\/site\/?p=8360"},"modified":"2021-04-11T15:05:11","modified_gmt":"2021-04-11T18:05:11","slug":"nossa-historia-do-aleijado-ao-pcd","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.cvi-rio.org.br\/site\/nossa-historia-do-aleijado-ao-pcd\/","title":{"rendered":"Nossa hist\u00f3ria: do aleijado ao PCD"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\">Por Jos\u00e9 Carlos Morais<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">J\u00e1 fomos aleij\u00f5es, aleijados, paral\u00edticos, inv\u00e1lidos e incapacitados. Os que andavam com alguma dificuldade eram coxos, rengos ou mancos. O pejorativo apelido \u201cdeixa que eu chuto\u201d vinha desde minha inf\u00e2ncia. <strong>Quando fiquei parapl\u00e9gico, na d\u00e9cada de 70, \u00e9ramos deficientes f\u00edsicos. Depois nos tornamos portadores de defici\u00eancia e logo nos impuseram necessidades especiais. Finalmente, fomos definidos como Pessoas com Defici\u00eancia pela Conven\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas, resumido pela simp\u00e1tica abreviatura PcD.<\/strong> Primeira vem a pessoa, depois o esclarecimento que h\u00e1 algum tipo de defici\u00eancia sem que isso inferiorize quem a tem.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>J\u00e1 o popular e carinhoso termo cadeirante surgiu na d\u00e9cada de 80.<\/strong> At\u00e9 onde minha mem\u00f3ria alcan\u00e7a foi empregada pela primeira vez pelo Z\u00e9 Blanco da Sadef. Nessa \u00e9poca enormes delega\u00e7\u00f5es esportivas cruzavam o Brasil para as competi\u00e7\u00f5es nacionais. O dinheiro era muito curto, escasso mesmo. As viagens tinham que ser bem planejadas para termos uma boa representa\u00e7\u00e3o com o menor custo poss\u00edvel. Alguns poderiam viajar de \u00f4nibus, outros s\u00f3 iriam de avi\u00e3o. Avaliava-se a possibilidade de medalha de cada atleta, o meio de transporte adequado e assim convoc\u00e1vamos os times. O Z\u00e9 criou um m\u00e9todo infal\u00edvel e dividia a delega\u00e7\u00e3o em tr\u00eas categorias; andantes, muletantes e cadeirantes. Assim poderia elaborar com cuidado o deslocamento da equipe pelo meio mais conveniente. Minha impress\u00e3o \u00e9 que o termo se popularizou neste s\u00e9culo. Quando nos demos conta estava na boca do povo. Express\u00e3o simp\u00e1tica, n\u00e3o agressiva que caiu no gosto popular.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Nessa \u00e9poca <strong>n\u00f3s nos refer\u00edamos como chumbados.<\/strong> Embora, tamb\u00e9m imaginasse que havia surgido da mente criativa do Z\u00e9, fui lembrado por Sheila, que na realidade a express\u00e3o surgiu no Clube dos Parapl\u00e9gicos aqui do Rio com sede l\u00e1 em Piedade. Criado como dissid\u00eancia do Clube do Otimismo abrigava pessoas com defici\u00eancia, quase exclusivamente com sequelas devidos a poliomielite. Quando come\u00e7aram a surgir as primeiras les\u00f5es medulares por arma de fogo, esses indiv\u00edduos eram identificados por \u201cterem levado chumbo\u201d. A transi\u00e7\u00e3o para chumbado foi instant\u00e2nea. N\u00e3o obstante a ideia original o termo se generalizou para qualquer defici\u00eancia, independente da origem, inclusive das pr\u00f3prias v\u00edtimas da paralisia infantil.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Tornou-se popular entre n\u00f3s e passamos usar de maneira corriqueira. \u201cVoc\u00ea ficou chumbado quando\u201d? De in\u00edcio havia certo mal estar, mas logo foi assumido pela galera de uma maneira geral. J\u00e1 na popula\u00e7\u00e3o n\u00e3o deficiente era comum o coment\u00e1rio de que se tratava de uma express\u00e3o agressiva. Mas, para n\u00f3s, estava \u00f3tima. Tanto \u00e9 verdade, que convidado para escrever uma cr\u00f4nica mensal no jornal SuperA\u00e7\u00e3o para tecer coment\u00e1rios e dar orienta\u00e7\u00e3o aos deficientes f\u00edsicos n\u00e3o hesitei de cham\u00e1-la \u201cChumbadicas\u201d. Em uma delas, inclusive, na volta de Porto de Galinhas e muito entusiasmado com o lugar, sem vacilar intitulei de Porto dos Chumbados. Na \u00e9poca recebi uma carta de um leitor com o seguinte coment\u00e1rio: \u201cNo meu modo de ver, entre tantos nomes, eu me identifico com chumbado; d\u00e1 a impress\u00e3o de resistente, seguro, grudado e at\u00e9 mesmo lesionado.\u201d<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Enfim, nomes que foram e que ficam. Designa\u00e7\u00f5es que escreveram uma hist\u00f3ria. Vivi todas elas. Confesso que nunca me entusiasmei e nunca adotei nenhuma das novidades. Achava que deficiente f\u00edsico descrevia perfeitamente a minha condi\u00e7\u00e3o. Transitei muito bem como chumbado e cadeirante \u00e9 minha preferida. <strong>Entretanto \u00e9 nosso compromisso, como militantes e representantes de entidades de classe ser corretos politicamente e evitar termos que possam ser ofensivos.<\/strong> Aqui me refiro a qualquer grupo social. Na pr\u00e1tica admito que ainda penso duas vezes para n\u00e3o me equivocar com o nome atual. <strong>Mas agora #somostodospcd.<\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por Jos\u00e9 Carlos Morais J\u00e1 fomos aleij\u00f5es, aleijados, paral\u00edticos, inv\u00e1lidos e incapacitados. Os que andavam com alguma dificuldade eram coxos, rengos ou mancos. 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