{"id":103,"date":"2015-02-27T13:16:25","date_gmt":"2015-02-27T16:16:25","guid":{"rendered":"http:\/\/cerebro\/cvirio\/www\/site\/?p=103"},"modified":"2015-07-03T12:33:15","modified_gmt":"2015-07-03T15:33:15","slug":"exemplo-de-artigos-01","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.cvi-rio.org.br\/site\/exemplo-de-artigos-01\/","title":{"rendered":"A Diversidade Sinalizando o Desconhecido"},"content":{"rendered":"<p><em><a href=\"http:\/\/www.cvi-rio.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2014\/09\/baby-girl-photography-7.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-144 size-medium\" src=\"http:\/\/www.cvi-rio.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2014\/09\/baby-girl-photography-7-300x214.jpg\" alt=\"A diversidade sinalizando o desconhecido\" width=\"300\" height=\"214\" srcset=\"https:\/\/www.cvi-rio.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2014\/09\/baby-girl-photography-7-300x214.jpg 300w, https:\/\/www.cvi-rio.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2014\/09\/baby-girl-photography-7.jpg 800w\" sizes=\"auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a><\/em><\/p>\n<h5>Li recentemente, no Portal RAC, do maior grupo de m\u00eddia impressa do Interior de S\u00e3o Paulo, reportagem de nossa amiga Katia Fonseca, jornalista e Presidente do CVI-Campinas. A mat\u00e9ria, do dia 25 de julho, trazia como t\u00edtulo \u201cCasal com Nanismo Gera Crian\u00e7a Sem Problema F\u00edsico\u201d.<\/h5>\n<h5>Recolho da reportagem aqueles trechos que considero mais significativos para conhecer a hist\u00f3ria do casal e, neste contexto, lan\u00e7ar algumas quest\u00f5es que me parecem instigantes.<\/h5>\n<h5>A come\u00e7ar pela introdu\u00e7\u00e3o da pr\u00f3pria reportagem: \u201c<em style=\"font-weight: inherit; font-style: inherit;\">A ci\u00eancia garante que \u00e9 poss\u00edvel, mas a maioria duvida: pessoas pequenas (1) podem gerar filhos que ter\u00e3o estatura padr\u00e3o<\/em>\u201d.<\/h5>\n<h5>E continua: \u201c<em style=\"font-weight: inherit; font-style: inherit;\">Fab\u00edola Dreher Guimar\u00e3es e Fernando Vieira Guimar\u00e3es s\u00e3o a prova viva disso. O casal, que mora em Campinas, deu \u00e0 luz, nesta segunda-feira (25), L\u00edvia, um beb\u00ea com sa\u00fade e que n\u00e3o ter\u00e1 problema de crescimento<\/em>\u201d.<\/h5>\n<h5>\u201c<em style=\"font-weight: inherit; font-style: inherit;\">Fab\u00edola tem 21 anos e mede 1,20m. Fernando tem 28 anos e mede 1,35m. Eles se conheceram h\u00e1 cerca de tr\u00eas anos, pela internet. Em maio de 2009, eles se viram pela primeira vez, \u00b4<\/em>numa balada de pequenos<em style=\"font-weight: inherit; font-style: inherit;\">`, em S\u00e3o Paulo. Come\u00e7aram a namorar e, em um ano, estavam casados<\/em>\u201d.<\/h5>\n<h5>\u201c<em style=\"font-weight: inherit; font-style: inherit;\">Nenhum dos dois nasceu em Campinas. Ela \u00e9 do Paran\u00e1, e ele nasceu na capital paulistana e vieram para Campinas por diferentes raz\u00f5es: Fab\u00edola em busca de melhores oportunidades de estudo e trabalho e Fernando atr\u00e1s de Fab\u00edola. \u00b4<\/em>Me apaixonei por ela<em style=\"font-weight: inherit; font-style: inherit;\">`, confessa<\/em>\u201d.<\/h5>\n<h5>\u201cFab\u00edola ficou gr\u00e1vida sem planejar. No entanto, filhos sempre estiveram nos planos de ambos. Nos tr\u00eas primeiros meses, Fab\u00edola passou muito mal por causa dos enjoos. Mas nada que n\u00e3o seja esperado da maioria das gesta\u00e7\u00f5es. Depois, teve uma gravidez tranquila\u201d.<\/h5>\n<h5><em style=\"font-weight: inherit; font-style: inherit;\">\u201cFab\u00edola e Fernando preferiam ter gerado um beb\u00ea como eles \u2013 que se tornasse tamb\u00e9m um<\/em>\u00a0<em><span style=\"font-weight: inherit; font-style: inherit;\">pequeno<\/span><\/em><em>. \u00b4<\/em>Os m\u00e9dicos torciam para que nossa filha tivesse estatura padr\u00e3o e achavam que a gente torcia pra isso tamb\u00e9m<em style=\"font-weight: inherit; font-style: inherit;\">`, conta o pai. Ambos est\u00e3o ainda em suspenso a respeito de como ser\u00e1 criar uma crian\u00e7a<\/em>\u00a0<em><span style=\"font-weight: inherit; font-style: inherit;\">grande<\/span><\/em>\u00a0<em>\u2026. \u00b4<\/em>No come\u00e7o, eu estava pirando com o fato do beb\u00ea n\u00e3o ser um\u00a0<span style=\"font-weight: inherit; font-style: inherit;\">pequeno<\/span>, confessa Fernando. A mam\u00e3e ainda n\u00e3o sabe como vai agir e se sentir frente \u00e0 doce L\u00edvia que acaba de nascer. Mas sabe o que quer para o futuro de seu beb\u00ea\u201d<em>.<\/em><\/h5>\n<h5>Uma reportagem sens\u00edvel, apresentando a narrativa de simples fatos que cercam nosso cotidiano, estimula-nos a ir al\u00e9m dos fatos, procurando \u00e2ngulos n\u00e3o antevistos. Desse modo, fui instigada a examinar dois aspectos da reportagem que me chamaram a aten\u00e7\u00e3o de imediato.<\/h5>\n<h5>Em primeiro lugar, fica patente o afeto e o cuidado que ambos inspiram um para com o outro, cercando a rela\u00e7\u00e3o de uma \u201cliga\u201d muito peculiar chamada enamoramento. Nada de muito particular, j\u00e1 que esta \u201cliga\u201d, ou melhor \u201cv\u00ednculo afetivo\u201d, \u00e9 parte intr\u00ednseca das rela\u00e7\u00f5es humanas.<\/h5>\n<h5>Mas o que dizer, vindo de pessoas tradicionalmente tratadas como \u201cbobos da corte\u201d, e vivendo apenas em fun\u00e7\u00e3o do divertimento e do prazer que despertam nos outros? Como imaginar, pensariam alguns, que neste \u201cmundo dos pequenos\u201d (2) existiria algo al\u00e9m daquilo para o que estes \u201cpequenos\u201d est\u00e3o destinados, ou seja, ser pretexto de piada para espet\u00e1culos circenses ou programas humor\u00edsticos? Nada mais reducionista que um pensamento desta natureza, revelando o quanto dentro de nossa \u201chumanidade\u201d podemos ser perversos, estigmatizando pessoas e confinando-as em padr\u00f5es de exist\u00eancia muito aqu\u00e9m de sua condi\u00e7\u00e3o humana.<\/h5>\n<h5>Felizmente, a realidade, sinalizando fatos como o da reportagem, confirma uma convic\u00e7\u00e3o que sempre tivemos, e que mostra como a diferen\u00e7a que cerca os humanos entre si, n\u00e3o lhes retira a humanidade, conferindo-lhes os mesmos anseios e desejos que acompanham os seres humanos em geral, desde que o mundo \u00e9 mundo. E por uma raz\u00e3o muito simples:\u00a0<strong style=\"font-style: inherit;\">somos pessoas, acima de qualquer diferen\u00e7a<\/strong>.<\/h5>\n<h5>Um segundo ponto a focalizar: tanto Fab\u00edola, quanto Fernando mantinham a expectativa de ter um filho tamb\u00e9m \u201cpequeno\u201d, mostrando-se surpresos ao tomar conhecimento do contr\u00e1rio, por n\u00e3o saberem como seria lidar com uma crian\u00e7a \u201cgrande\u201d, ou seja, com uma filha que ter\u00e1 padr\u00f5es de estatura diferenciados dos padr\u00f5es de ambos. E mal leio este trecho da reportagem me vem a pergunta: curioso, a expectativa do casal n\u00e3o deveria ser o inverso da que experimentaram, ou seja, ter um filho com uma estatura padr\u00e3o, que o identificaria dentro dos padr\u00f5es sociais da normalidade? N\u00e3o \u00e9 sempre a expectativa pela \u201cnormalidade\u201d que se coloca frente a situa\u00e7\u00f5es novas, profundamente investidas de emo\u00e7\u00f5es e sentimentos, como \u00e9 o nascimento de um filho? E n\u00e3o \u00e9 exatamente o contr\u00e1rio que se verifica, isto \u00e9, a \u201cnormalidade\u201d da filha causando d\u00favidas e estranheza ao jovem casal? Como \u00e9 desejar que se repita no filho uma condi\u00e7\u00e3o de \u201cdiferen\u00e7a\u201d, que em lugar de trazer seu significado intr\u00ednseco de individua\u00e7\u00e3o, \u00e9 normalmente tratada e representada como minusvalia? \u00a0Que for\u00e7a misteriosa \u00e9 esta, atraindo para o que \u00e9 \u201cigual\u201d, mesmo quando o igual significa a diferen\u00e7a? Sim, porque o caso em quest\u00e3o \u00e9 exemplar para apontar este paradoxo, quando a condi\u00e7\u00e3o de diferen\u00e7a dos pais \u00e9 vivenciada como \u201cnormalidade\u201d, a ponto de suscitar neles a expectativa por um filho igual dentro da diferen\u00e7a que os identifica. E para surpresa geral, a condi\u00e7\u00e3o de \u201cnormalidade\u201d da filha causa estranheza exatamente pela diferen\u00e7a que apresenta em rela\u00e7\u00e3o aos pais.<\/h5>\n<h5>Este questionamento leva a supor que, em princ\u00edpio, somos guiados pelo desejo por um mundo que n\u00e3o tenhamos que ser defrontados com a diversidade, condi\u00e7\u00e3o que n\u00e3o deixa de ser aprisionante, mas que sem d\u00favida fala de sentimentos e desejos bem primitivos. Tenho a impress\u00e3o que, de fato, estar frente \u00e0 diversidade, com tudo o que isto representa, \u00e9 dar-se conta de um outro, que sendo diferente de n\u00f3s, suscita d\u00favidas, angustias e conflitos, por fugir a nosso desejo de ter este outro como espelho de n\u00f3s mesmos, continuando a ilus\u00e3o de que somos o centro do mundo. Nada nos assusta mais do que o desconhecido e o inesperado, que rompe com esta ilus\u00e3o, retirando-nos do \u201cpara\u00edso\u201d e reavivando amea\u00e7as muito primitivas, tanto de nosso passado pr\u00e9-hist\u00f3rico, quanto de nosso psiquismo prim\u00e1rio, formado por fantasias insconscientes que nos acompanham em nosso desenvolvimento humano.<\/h5>\n<h5>Lidar com a diferen\u00e7a, trazendo o desconhecido e o inesperado, ser\u00e1 sempre uma situa\u00e7\u00e3o desafiante, frente, talvez, a uma escolha alternativa e preferencial que n\u00e3o apresente conflitos a primeira vista. Esta pode ser uma das raz\u00f5es porque \u00e9 t\u00e3o usual colocar alguns segmentos que representam a diversidade, fora dos padr\u00f5es humanos e sociais. Mas nada t\u00e3o ilus\u00f3rio quanto negar o conflito em quaisquer perspectivas das rela\u00e7\u00f5es humanas, conflito, a meu ver, origem, n\u00e3o s\u00f3 de lit\u00edgios intranspon\u00edveis, como tamb\u00e9m de processos estruturantes para rela\u00e7\u00f5es mais humanizadas e oxigenadas, exatamente, pela presen\u00e7a da diversidade dentro do tecido social.<\/h5>\n<h5>(1) Denomina\u00e7\u00e3o adotada pelo casal entrevistado<\/h5>\n<h5>(2) Adoto a denomina\u00e7\u00e3o utilizada na reportagem, seguindo a op\u00e7\u00e3o do casal entrevistado.<\/h5>\n<h5><strong>Por <em>Lilia Martins<\/em><\/strong><\/h5>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Li recentemente, no Portal RAC, do maior grupo de m\u00eddia impressa do Interior de S\u00e3o Paulo, reportagem de nossa amiga Katia Fonseca, jornalista e Presidente do CVI-Campinas. A mat\u00e9ria, do dia 25 de julho, trazia como t\u00edtulo \u201cCasal com Nanismo Gera Crian\u00e7a Sem Problema F\u00edsico\u201d. 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