Vale a pena ler e vir para a Paralimpíada!

Guga e José Carlos

No dia sete de setembro de 2016 começam os Jogos Paralímpicos e as televisões vão encher a tela com as conhecidas expressões: super-heróis, superação, exemplos de força de vontade e outros exageros. Os lesados medulares, os paralisados cerebrais, os amputados e os cegos são as deficiências que serão apresentadas aos telespectadores. Fruto de várias causas, principalmente as doenças e a violência urbana, muitos nasceram com elas e outros a adquiriram em geral até a terceira década da vida. Em algum ponto, no processo de reabilitação ou mesmo após, o esporte foi apresentado a estes deficientes. Até esta altura se superaram para viver com as suas limitações. Passaram por momentos dificílimos, mas não tiveram escolha era viver ou viver com o corpo deficiente. As lesões eram irreversíveis. Quando esporte entra em nossa vida, o sol brilha até a noite, a luz não está no fim do túnel, está em todo ele. Associado a este imenso prazer, de lambuja ainda lhe dá preparo físico e a possibilidade de se integrar socialmente. Para muitos ainda traz a ascendência social, como tantos exemplos vistos nos Jogos Olímpicos nestas últimas duas semanas. Infelizmente, esta chance não é oferecida a muita gente. Uma pena, a democratização das oportunidades talvez seja a chave para a massificação do esporte. Portanto, ao ligarem a tevê e se depararem com este espetáculo imperdível, vejam todos como atletas que fizeram do esporte um objetivo para viver com mais alegria. Seu esforço, dedicação e aí sim superação para ser um atleta de elite não é diferente de seus colegas olímpicos. Nada mais que isso.

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Por José Carlos